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site dedicado à Ebal e às histórias em quadrinhos

Editorial

Gibis de Mocinhos
 
 
 
Com o término da 2ª Grande Guerra, os filmes e revistas de cowbows atingiram o apogeu. O nacionalismo e o conseqüente retorno às raízes culturais norte-americanas certamente determinaram o fato. No Brasil, a EBAL (Editora Brasil-América Ltda.) reproduzia os gibis que a DELL Comics americana publicava para o mundo inteiro. Para fascínio de uma geração que, até hoje, disputa nos leilões da Internet (Ebay, Mercado Livre) exemplares raros e caríssimos de Roy Rogers, Gene Autry, cowboys de primeira grandeza. Entre 1948 e 1955, reinaram nas matinês do cinema e nos gibis de quadrinhos, além de Roy e Autry, os seguintes "mocinhos" (assim chamávamos os cowboys) reais: Johnny Mack Brown, Rocky Lane, Rex Allen, Monte Hale, Tim Holt, Tex Ritter e os virtuais: Durango Kid (Charles Starrett), Hopalong Cassidy (Bill Boyd), Red Ryder (Bill Elliot), Don Chicote (Lash La Rue), Zorro ou The Lone Ranger (Clayton Moore), Cavaleiro Negro, Cisco Kid, Black Diamond e outros. Com o fim da Guerra Fria, a consolidação da TV, o desprestígio do bom mocismo e a explosão contestatória dos Beatles, os filmes e as revistas de cowboy desapareceram quase que por completo. E a mídia então se volta para a cultura urbana, os grandes centros, mas aí já é outra história...
 
(Quadrin, 02/04/2004)
 
 
 
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